Sou pústulas e rim
Guardo meu coração num saco plástico preto.
Definho a esperança velha e embolorada.
Mastigo o umbigo e os distúrbios azuis.
Ah, esse canto disseminado e estúpido.
estrias comerciais e traços desfigurados.
Imaginamos um homem...
ele é uma bola de trapos
um iniciante vergonhoso.
Pelas ruas a mentira engole o próprio vômito
e num ato de violência entoa uma maltratada ária.