Roçava na terra úmida,
recém castigada pelo início da tempestade.
Quebrava gravetos contra o peito
e manchava de barro minha risonha face.
Todos olhavam-me alarmados:
Estará louco?
Possuído?
Constrangido?
Eles não merecem meu suor,
meus músculos rijos,
minha aurora constante.
À eles apenas
o incessante dilema da minha existência.