quarta-feira, 25 de junho de 2008
ritmos poéticos,
exacerbação hilariante,
consciência escatológica.
Dedilho uma mortal canção inumana e cheia de teias.
Pausado, recebo o mundo
eles desejam meus ardores nojentos, meu tosco encarnado, meu couropergunta, minha veia rosada.
Do todo
te fiz esfera
na espera acinzentada das letras.
Preso em teu feitiço
aguada mórbida
palidez insensata
Por que me olhas?
Sou facho incandescente.
estrela inalcançável
pó e poeira.
Nos teus feitos te apalpo e machuco os teus lábios.
No instante exato de teu sorriso.
Noviciado das tintastrânsito das memórias,
Via crua de nossas feições.
E transbordo de mim mesmohomem-rio.
O trago evaporado nos quarteirões de concreto é a vontade do teu olhar que fugidio nos automóveis esbarra em meu cotidiano toque.
exacerbação hilariante,
consciência escatológica.
Dedilho uma mortal canção inumana e cheia de teias.
Pausado, recebo o mundo
eles desejam meus ardores nojentos, meu tosco encarnado, meu couropergunta, minha veia rosada.
Do todo
te fiz esfera
na espera acinzentada das letras.
Preso em teu feitiço
aguada mórbida
palidez insensata
Por que me olhas?
Sou facho incandescente.
estrela inalcançável
pó e poeira.
Nos teus feitos te apalpo e machuco os teus lábios.
No instante exato de teu sorriso.
Noviciado das tintastrânsito das memórias,
Via crua de nossas feições.
E transbordo de mim mesmohomem-rio.
O trago evaporado nos quarteirões de concreto é a vontade do teu olhar que fugidio nos automóveis esbarra em meu cotidiano toque.
A evidência chocante.
O horizonte dormiu nos meus braços cruzados.
Um muro de cal se desfez ao toque dos meus dedos podres.
Ah, minhas mãos defuntas
dedos de grossas falanges e tortuosos adeuses.
Allegro vivace em minhas entranhas
E penso calmo
respiro de tua essência menino-mordaça.
Pressinto teus tortos dedos em meus emaranhados cabelos.
Área de restrição em teus olhos.
Num todo esfumato de amarelo teso.
Entrego-te carmins e bromélias.
Deitaste em minha profunda existência.
Em meu sonho criminoso tua inteira justiça de pedra.
leva leva
leva
lava
tua alma.
Intensamente e sem reservas
ateando meu corpo confuso e frio à tua noite absoluta.
Além de toda matemática
o meu de dentro no teu colofeito uma Pietá ninando um Jesus morto.
Se a mim fosse dado a graça de um desejo,cubriria de afagos teu infinito casto.
O horizonte dormiu nos meus braços cruzados.
Um muro de cal se desfez ao toque dos meus dedos podres.
Ah, minhas mãos defuntas
dedos de grossas falanges e tortuosos adeuses.
Allegro vivace em minhas entranhas
E penso calmo
respiro de tua essência menino-mordaça.
Pressinto teus tortos dedos em meus emaranhados cabelos.
Área de restrição em teus olhos.
Num todo esfumato de amarelo teso.
Entrego-te carmins e bromélias.
Deitaste em minha profunda existência.
Em meu sonho criminoso tua inteira justiça de pedra.
leva leva
leva
lava
tua alma.
Intensamente e sem reservas
ateando meu corpo confuso e frio à tua noite absoluta.
Além de toda matemática
o meu de dentro no teu colofeito uma Pietá ninando um Jesus morto.
Se a mim fosse dado a graça de um desejo,cubriria de afagos teu infinito casto.
"JE SUIS UNE LION DE PIERRE ET TU
LA LIERRE QUE PÉNÉTRE DANS MA BOUCHE.
"Sou desconfortavelmente aconchegante.
Nasci do amor entre Deus e o Diabo."
HOMOS ERECTUS
Deitei sobre teu grande corpo
Ah! que geografia desenhavas no meu
mosaico intumescido de cores vivas.
um negrume teu de vísceras escaldantes.
Dá-me tua mão
aperta a minha mão.
e a saudade vasculha o elo entre o ser e o nada
a busca rebrilha nos enovoados cantos da boca encharcados de vida estreita e rebelde, vida desolada e faceira nos teus recôncavos.
Porque me conheces em todas as minhas simetrias
alguém dois
mínimos / falos erectus
selva perdida entrecortada delicadíssimas vezes.
Je charge une lettre
cendres et chaise
lecture lent.
Ulcère et urne
prière illicite
scintillation néon.
Armée arrogant
artiste du argile
ossature immortal otage.
Sai das minhas narinas um cheiro de noite.
Sou um livro tentando olhar-se e ler-se
um oco ardente de luz esfacelado,cristal de rocha, úmido também.
BAD HABITAt
least once a day,
everday,
underline my works and examine my skin
Dear boys and girls
what then?
)
O sol é minha barricada
todas as injúrias me coroam
Dono de sentimentos violentos enxertados, rápidos e alegres
Olhos de desdém
rugas de tristeza
Insuportavelmente atraente.
DISFEMISMO
Da voz do meu corpo
do suor em minha face
rubra e insanamente cálida em espasmos bacantes sujos de terra.
Nos furtos que cometi
Nos homens que amei
vomito os corpos que me possuiram.Dedico o branco dos meus olhos às mãos que desajeitadamente acariciaram cada pétala do meu belicoso jardim.
Um luxo de carícias
e desenho meu rosto sobre o teu.
Domino a cadência das estrelas e os escrementos fálicos humanos.
LA LIERRE QUE PÉNÉTRE DANS MA BOUCHE.
"Sou desconfortavelmente aconchegante.
Nasci do amor entre Deus e o Diabo."
HOMOS ERECTUS
Deitei sobre teu grande corpo
Ah! que geografia desenhavas no meu
mosaico intumescido de cores vivas.
um negrume teu de vísceras escaldantes.
Dá-me tua mão
aperta a minha mão.
e a saudade vasculha o elo entre o ser e o nada
a busca rebrilha nos enovoados cantos da boca encharcados de vida estreita e rebelde, vida desolada e faceira nos teus recôncavos.
Porque me conheces em todas as minhas simetrias
alguém dois
mínimos / falos erectus
selva perdida entrecortada delicadíssimas vezes.
Je charge une lettre
cendres et chaise
lecture lent.
Ulcère et urne
prière illicite
scintillation néon.
Armée arrogant
artiste du argile
ossature immortal otage.
Sai das minhas narinas um cheiro de noite.
Sou um livro tentando olhar-se e ler-se
um oco ardente de luz esfacelado,cristal de rocha, úmido também.
BAD HABITAt
least once a day,
everday,
underline my works and examine my skin
Dear boys and girls
what then?
)
O sol é minha barricada
todas as injúrias me coroam
Dono de sentimentos violentos enxertados, rápidos e alegres
Olhos de desdém
rugas de tristeza
Insuportavelmente atraente.
DISFEMISMO
Da voz do meu corpo
do suor em minha face
rubra e insanamente cálida em espasmos bacantes sujos de terra.
Nos furtos que cometi
Nos homens que amei
vomito os corpos que me possuiram.Dedico o branco dos meus olhos às mãos que desajeitadamente acariciaram cada pétala do meu belicoso jardim.
Um luxo de carícias
e desenho meu rosto sobre o teu.
Domino a cadência das estrelas e os escrementos fálicos humanos.
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