Ferido em minhas mãos e em meus pés
andarilho sôfrego, terras que me ofendem.
Fisionomia incerta e gesto oco.
Dependurado torto, insistente
assisto costas secas e segredos de uma ilha.
Era uma zona fantasma em um rosto cuspido.
Em um só tempo: carne e desalento
o desejo como um braço podre.
A inércia devora raízes e ossos.