Cores Proibidas
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Apalpo
Eram desenhos e ritos na tua cara.
Pedra e cascos de trinta anos.
Um caminhar desengonçado
como se fosse fazer desordem nos canteiros.
Eu te apalpo em linhas e pele
E te sorvo/ilusões e plástico.
Des - ordem
Oblíquo decalque,
descomedida desordem.
E disforme eram nossos corpos em prontidão.
Desobriga-me
do desejo e do sabor.
Eterno raio impossível
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