Sempre felizes e acompanhados
ladram às correntes
vociferam à minha bestialidade
pressentem meu cio debulhado em lágrimas
de teu sangue caudaloso.
Nas árvores nas paredes nos postes
as marcas de seus companheiros
de seus afetos e de seus dissabores.
Em uma vida epigrama
contornado reluzente
víscera espessa
amargo tedioso.
domingo, 8 de junho de 2008
Canto pra mim, enquanto sou eterno.
Corre Corre
Corre
lágrimas no asfalto quebradiço.
irregular
luminosidade translúcida
entre as sombras do teu falso querer.
Brincadeiras mil de estóicos sorrisos.
Sem canto num canto
delicado de chamada perdida.
E labirintos em folhas de jasmim
e potes de framboesa.
Tudo em teu nada
triste e fugidio.
Corre
lágrimas no asfalto quebradiço.
irregular
luminosidade translúcida
entre as sombras do teu falso querer.
Brincadeiras mil de estóicos sorrisos.
Sem canto num canto
delicado de chamada perdida.
E labirintos em folhas de jasmim
e potes de framboesa.
Tudo em teu nada
triste e fugidio.
Anjo Decaído.
São muitas as mãos,
que pedem o insensato.
Que rogam meu afago,
e rasgam-me em pedaços.
Porque sou fel,
porque sou mel
em tua boca náusea
e decaído te atraio.
que pedem o insensato.
Que rogam meu afago,
e rasgam-me em pedaços.
Porque sou fel,
porque sou mel
em tua boca náusea
e decaído te atraio.
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